Projeto Tematico da Rede para o CNPQ (PRIVADO)

De Rede JorTec
Edição feita às 10h58min de 5 de fevereiro de 2015 por Digital (disc | contribs)

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Conteúdo

Identificação da Proposta

Título da Proposta

Produção colaborativa de pesquisa aplicada visando à experimentação e criação de inovações tecnológicas digitais nos processos de captação, produção, transmissão e distribuição de conteúdos jornalísticos nas convergentes plataformas comunicacionais

Link para o projeto produzido de forma colaborativa: http://www.tecjor.net/index.php?title=Projeto_Tematico_da_Rede_para_o_CNPQ_(PRIVADO)

Proponente / Coordenador do projeto

Walter Teixeira Lima Junior
Currículo Lattes: CV: http://lattes.cnpq.br/5189390968642420

Instituição de execução do projeto

Universidade Metodista de São Paulo

Resumo

O projeto da Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais (JorTec) tem como objetivo principal a produção conjunta de pesquisa aplicada visando à experimentação e criação de inovações tecnológicas digitais nos processos de captação, produção, transmissão e distribuição de conteúdos jornalísticos nas convergentes plataformas comunicacionais. Os objetos de pesquisa estão divididos em dois eixos principais: 1) Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo e 2) Hardwares e dispositivos - aplicabilidade, impacto e tendências dos meios

Palavras-chave (em ordem alfabética)

Big Data, Colaboração, Convergência, Dispositivos, Hardwares, Hipermídia, Interfaces, Jornalismo Audiovisual, Jornalismo Computacional, Jornalismo Digital, Mídias Sociais, Narrativas, Plataformas Digitais, Redes Sociais, Sistemas Computacionais, Software, Tecnologias Digitais, Tablets, Transmídia, World Wide Web.

Qualificação do principal problema a ser abordado

Introdução

Desde seus primórdios, o jornalismo teve a tecnologia como forte aliada nos processos de produção e distribuição de conteúdo informativo de relevância social. Consolidada em suportes analógicos (impressos e eletrônicos), a prática jornalística experimenta na contemporaneidade as inovações tecnológicas, impetradas pela revolução digital, que atingem todos os campos da Comunicação Social. As plataformas digitais conectadas se proliferam, interligadas por redes wire ou wireless, modificando as práticas jornalísticas em decorrência do contínuo avanço tecnológico e a apropriação cada vez mais intensa destas tecnologias pela sociedade. Uma das configurações tecnológicas mais importantes é a Web. Tim Bernes Lee, em 1999 (e antes dele Theodore Nelson, com o projeto Xanadu, nos anos 60), já imaginava a web dos tempos de hoje como um meio de comunicação participativo e colaborativo na troca e compartilhamento de informações. “A Web é uma criação mais social que técnica. Eu a construi para um efeito social – ajudar as pessoas a trabalharem juntas – e não como um brinquedo tecnológico. A finalidade última da Web é ajudar a melhorar a ‘teia’ de nossa existência no mundo” (BERNERS-LEE, 1999). O advento da internet proporcionou uma mudança social que favorece o acompanhamento e a popularização dos meios tecnológicos na vida das pessoas. A noção de rede, popularizada através da internet, conecta pessoas, e tem se destacado na investigação em Ciências Sociais, caracterizando-se como um modus operandi para a pesquisa, tanto a acadêmica, como a associada ao mercado.

Formalizada junto à Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor) no 6.o Encontro, em 2008, a Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais (JorTec), conta, atualmente, com 28 pesquisadores de todas as regiões do país, vinculados às seguintes instituições: UFSCar, UFMG, PUC/Campinas, UMESP, UNSCS, UEPB, UFSJ, UFES, UFU, UFMS, UFS, UFRR, UFMA, UFSC, PUC/RS e Mackenzie. A Rede JorTec tem como finalidade e motivação a produção de pesquisa aplicada visando à experimentação e criação de inovações tecnológicas digitais nos processos de captação, produção, transmissão e distribuição de conteúdos jornalísticos nas convergentes plataformas comunicacionais. Nos objetos de pesquisa, destacam-se: sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo; interfaces digitais; redes computacionais; mídias sociais e narrativas jornalísticas multimidiáticas e multilineares proporcionadas pelas tecnologias digitais. Além de participar com dez mesas coordenadas nos últimos seis anos nos encontros da SPBjor, com 60 trabalhos no total, a Rede JorTec lançou três livros: “Produção e Colaboração no Jornalismo Digital”, com organização dos pesquisadores Carla Schwingel (Universidade Presbiteriana Mackenzie/SP) e Carlos Zanotti (PUC/Campinas), em 2010; “Jornalismo Digital: audiovisual e convergência e colaboração”, publicação organizada pelos pesquisadores Demétrio de Azeredo Soster (Unisc) e Walter Teixeira Lima Junior (Metodista de São Paulo), em 2011 e em 2012, “Jornalismo convergente: reflexões, apropriações e experiências”, organizado pelos pesquisadores Raquel Longhi (UFSC) e Carlos D´Andrea (UFMG).

A Rede JorTec estrutura-se em quatro núcleos de pesquisa: 1) Tecnologia; 2) Interfaces; 3) Narrativas, e 4) Colaboração. As pesquisas do (1) Núcleo Tecnologia buscam mapear e analisar as tecnologias digitais consolidadas e emergentes que possam ser utilizadas no processos de apuração, produção (composição, edição e disponibilização) e distribuição no campo do Jornalismo e, especificamente, do jornalismo nas redes digitais conectadas. Propor metodologias para a aplicação dessas tecnologias ao Jornalismo e estabelecer contato, parcerias ou convênios com centros pesquisadores e produtores de tecnologias computacionais aplicadas ao Jornalismo, bem como coordenar o processo de desenvolvimento das tecnologias propostas e utilizadas pelos projetos da Rede JorTec. Já a proposta do (2) Núcleo Interfaces é fazer uma análise crítica de interface para a internet em redes móveis e fixas. Nesse sentido, são investigadas as tecnologias envolvidas no desenvolvimento dos sistemas de publicação, os elementos de composição da narrativa e os pressupostos de elaboração do projeto de design informacional. Os conceitos de software cultural, do pesquisador russo Lev Manovich (2001; 2005), e Remediaton, dos norte-americanos David Jay Bolter e Richard Grusin (2000), são alguns dos autores que constituem o pilar teórico para refletir sobre as implicações de se reconfigurar a estética atual que opera por meio de metáforas analógicas.

O (3) Núcleo Narrativas trabalha as narrativas jornalísticas multiformes e interativas e suas implicações nos formatos e gêneros jornalísticos, desenvolvendo aplicações que utilizem diferentes elementos midiáticos computacionais em rede na produção de conteúdo noticioso, aliados à interação com o usuário; levando em conta o surgimento de macro e micro-narrativas e o vigor das narrativas jornalísticas locais na Web. E o (4) Núcleo Colaboração estuda o jornalismo em redes colaborativas em suas implicações conceituais, estéticas, éticas e gerenciais, a mediação submetida ao impacto dos sujeitos advindos do modelo todos-todos, do cenário discursivo organizado/controlado ao ambiente multidiscursivo da rede, a legitimação do discurso/narrações exteriores às corporações midiáticas, as redes sociais na reconfiguração do jornalismo e das empresas regidas segundo a lógica do mercado.

O crescente desenvolvimento tecnológico em pauta afeta substancialmente os processos envolvidos na Comunicação Social e, por conseqüência, o campo de atuação profissional do jornalista. Assim, a investigação científica sobre Jornalismo e Tecnologias Digitais requer dos pesquisadores da área envolvimento e conhecimento das origens e implicações da ciência, incluindo as ciências formais, naturais e sociais. É importante que o investigador consiga analisar os conceitos e termos, afirmações e hipóteses, argumentos e conclusões de maneira mais ampla desde as ciências exatas e da Terra, para verificar quais tecnologias digitais servem ao fazer jornalístico (LIMA JR., 2005; 2007). E assim conseguir projetar fusões tecnológicas e propor sistemas específicos para que a deontologia do Jornalismo se faça presente também nos formatos e narrativas produzidas para plataformas tecnológicas digitais.

É com esse espírito que este projeto de pesquisa pretende acompanhar, analisar e fazer um levantamento das principais tecnologias digitais (TV Digital, Rádio Digital, Mobile, Websites, Pads etc) que estão sendo desenvolvidas nas empresas e universidades brasileiras que possibilitam novas formas de narrativas jornalísticas e aferir como são engendrados os níveis de participação dos interagentes na composição do conteúdo jornalístico (crowdsourcing). Para isso, estrutura-se em dois eixos principais, divididos, por sua vez, em áreas de análise específicas: Eixo 1 - Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo e Eixo 2 - Hardwares e dispositivos - aplicabilidade, impacto e tendências dos meios.

Por ser uma rede nacional composta por diferentes pesquisadores e grupos de pesquisa, trata-se de um modo diferente e inovador de observação da realidade. As terminologias, conceitos e referências bibliográficas são bastante distintas. Este projeto conjuga, nesse sentido, esforços de pesquisadores de diferentes procedências, possibilitando aproximações diversas a um mesmo objeto de estudo, com a possibilidade de análise e desenvolvimento de aplicativos ainda mais dinâmicos e plurais.

Os resultados da pesquisa proposta produzirão informação estruturada sobre as tecnologias digitais em uso mercadológico e experimental no campo do Jornalismo, possibilitando amplo conhecimento sobre suas potencialidades, tendências e eficiência. A investigação científica vai se transformar em modelagens (formatos e narrativas) para experimentos aplicados, que podem ser utilizados nos diversos setores do Jornalismo que têm como base as tecnologias digitais para a produção e distribuição de conteúdo informativo de relevância social. No campo teórico, os resultados serão utilizados para confrontação com hipóteses e teorias sobre formato, narrativas digitais e crowdsourcing que estão sendo utilizadas no Brasil e no exterior.

O projeto da Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais (JorTec) tem como objetivo principal a produção conjunta de pesquisa aplicada visando à experimentação e criação de inovações tecnológicas digitais nos processos de captação, produção, transmissão e distribuição de conteúdos jornalísticos nas convergentes plataformas comunicacionais. Os objetos de pesquisa estão divididos em dois eixos principais: Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo, Hardwares e dispositivos- aplicabilidade, impacto e tendências dos meios. O conjunto dos dois eixos de pesquisa sobre as novas tecnologias e seus impactos no campo do Jornalismo e sociedade remete a descoberta de novos comportamentos e mudança nos processos de produção jornalística. Os objetos pesquisados irão gerar discussões com a comunidade acadêmica, sobre a crise de autoridade jornalística e os novos rumos para a profissão e pesquisa em relação aos ambientes e avanços tecnológicos. Estes desafios científicos ligados ao desenvolvimento vertiginoso de tecnologias digitais conectadas apontam para experimentação de novos métodos e metodologias científicas.

Desta forma, o pesquisador em Jornalismo precisa compreender de forma multidisciplinar a forma como a ciência explica fenômenos naturais e ou prognostica as ocorrências naturais, os tipos de raciocínio usados para se chegar a conclusões científicas, a formulação, o escopo, os limites do método científico, os meios que devem ser usados para determinar quando a informação científica tem uma sustentação objetiva adequada, assim como as implicações dos métodos e modelos científicos (LIMA JUNIOR, 2007, 123). A abordagem multidisciplinar facilita o encontro de interdependências entre a pesquisa pura ou fundamental e a pesquisa aplicada, de onde se originam muitas das tecnologias utilizadas nos atuais processos comunicacionais mediados por tecnologias de comunicação. Essa aproximação proporciona à área da comunicação social, dentro das ciências sociais aplicadas, potencializar o estudo qualitativo de temas relacionados à tecnologia de comunicação, pois reduz o risco de análises superficiais e sem bases científicas dos fenômenos que são introduzidos, em grande velocidade, pelas tecnologias multimídia e de redes, que afetam diretamente o comportamento da sociedade no início do século XXI (LIMA JUNIOR, 2007, 123).

Dessa maneira, alguns dogmas ensinados e praticados no Jornalismo, nos dias de hoje, serão removidos em função do encontro de novas práticas eficientes no espaço das tecnologias digitais conectadas. E, em outro caminho, novos dogmas que estão sendo criados, justamente pelo grande impacto que esse tipo de tecnologia produz na sociedade, deverão ser abandonados em função de se reconhecer que alguns processos, utilizados na produção da linguagem jornalística, continuam a cumprir a sua missão. (LIMA JUNIOR, 2009, 223).

A própria pesquisa em rede, que pretende este projeto, nos apresenta desafios sobre a prática conjunta multidisciplinar, fruto de facilitadores e sistemas sociotecnológicos. Essa prática se assemelha aos conceitos de comunidade de prática, que tem como objetivo a descoberta e compartilhamento do conhecimento, neste caso pretende revelar e acompanhar a episteme do jornalismo frente aos avanços da tecnologia. Como instrumento da Gestão do Conhecimento, as comunidades de prática permitem que grupos de pessoas ligadas informalmente possam compartilhar expertises e paixões por uma empreitada comum e se encontrar para colaborar na execução de atividades e na solução de problemas (WENGER; SNYNDER, 2002). A rede de relações que se desenvolve em uma CoP, a motivação que impulsiona seus participantes e, em seguida, o conhecimento que eles produzem irão conduzir à criação de um ambiente que é rico em criatividade e inovação (HILDRETH; KIMBLE, 2005).

A rede é na prática também pode ser considerado um experimento metodológico que reúne várias expertises que convergem para os processos da Gestão do Conhecimento – Criar, codificar, distribuir, compartilhar e utilizar as pesquisas e resultados de cada experimento ou análise com a sociedade.

Os resultados da pesquisa proposta nos dois eixos principais (Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo, Hardwares e dispositivos- aplicabilidade, impacto e tendências dos meios e Sistemas de telecomunicação como sistema estruturante das relações sociotecnológicas) serão fundamentais para a consolidação do arcabouço teórico dos quatro núcleos temáticos que estruturam a Rede.

Tecnologia

Mapear e analisar as tecnologias digitais consolidadas e emergentes que possam ser utilizadas no processos de apuração, produção (composição, edição e disponibilização) e distribuição no campo do Jornalismo e, especificamente, do jornalismo nas redes digitais conectadas. Propor metodologias para o uso dessas tecnologias ao Jornalismo. Estabelecer contato, parcerias ou convênios com centros pesquisadores e produtores de tecnologias computacionais aplicadas ao Jornalismo. Coordenar o processo de desenvolvimento das tecnologias propostas e utilizadas pelos projetos da Rede JorTec.

Interfaces

A proposta é fazer uma análise crítica de interface para a internet em redes móveis e fixas. Nesse sentido, serão investigadas as tecnologias envolvidas no desenvolvimento dos sistemas de publicação, os elementos de composição da narrativa e os pressupostos de elaboração do projeto de design informacional. Os conceitos de software cultural, do pesquisador russo Lev Manovich, e Remediaton, dos norte-americanos David Jay Bolter e Richard Grusin, constituirão o pilar teórico para refletir sobre as implicações de se reconfigurar a estética atual que opera por meio de metáforas analógicas

Narrativas

Trabalhar as narrativas jornalísticas multiformes e interativas e suas implicações nos formatos e gêneros jornalísticos, desenvolvendo aplicações que utilizem diferentes elementos midiáticos computacionais em rede na produção de conteúdo noticioso, aliados à interação com o usuário; levando em conta o surgimento de macro e micro-narrativas e o vigor das narrativas jornalísticas locais na Web.

Colaboração

O jornalismo em redes colaborativas: implicações conceituais, estéticas, éticas e gerenciais; a mediação submetida ao impacto dos sujeitos advindos do modelo todos-todos; do cenário discursivo organizado/controlado ao ambiente multidiscursivo da rede; a legitimação do discurso/narrações exteriores às corporações midiáticas; as redes sociais na reconfiguração do jornalismo e das empresas regidas segundo a lógica do mercado.

A tecnologia, entendida como o conjunto de todas as técnicas de que dispõe uma determinada sociedade, em qualquer fase histórica de seu desenvolvimento, tem tido função essencial no desenvolvimento do Jornalismo. Na contemporaneidade, a evolução tecnológica tem proporcionado que inúmeros aparatos tecnológicos digitais inovadores permitam novos processos captação, produção, distribuição e comercialização de conteúdos informativos de relevância social, além de possibilitar que os seus usuários possam interagir de forma colaborativa ou produzindo os seus próprios conteúdos utilizando plataformas disponíveis na rede.

Neste contexto, o cenário do jornalismo alterou-se radicalmente com as onipresentes tecnologias de conexão e intercâmbio de dados e conhecimento. Para os atuais desafios da área, os pesquisadores de jornalismo deverão romper barreiras e mergulhar decididamente na instrução tecnológica.

Entre as décadas de 80 e 90 do século passado acontece a informatização das redações no Brasil, permitindo a digitalização das informações, que tornou imaterial os conteúdos trabalhados. Com a chegada da Internet, no seu modo Web, barateamentos das tecnologias digitais (computadores, máquinas fotográficas e filmadoras digitais, scanners etc) e a expansão da cultura da utilização de sofware livre (edição, empacotamento e distribuição de conteúdos digitais), consolidaram uma nova estrutura de produção comunicacional.

Em virtude disso, saberes práticos e teóricos precisaram ser revistos dentro da área do Jornalismo. A virtualização dos processos de produção da notícia e a convergência midiática alteraram as bases do conhecimento do profissional de Jornalismo, que na atualidade necessita contar uma história de forma a ser utilizada em diferentes plataformas, tendo em vista a narrativa hipertextual interativa e multimidiática. Neste sentido, o desenvolvimento de formatos webjornalísticos específicos (LONGHI,2009), desafiam a pesquisa a produzir conhecimento sobre tais reconfigurações do fazer jornalístico. O meio digital, então, seria o amálgama que permite o traslado da informação entre essas diferentes linguagens, trazendo como contribuição as características específicas da mídia hipertextual.

Nesse sentido, podemos afirmar que as tecnologias digitais se propuseram de tal forma para a sociedade contemporânea que vivemos, assim como na concepção de Negroponte (1995), uma vida digital, algo pautado em novos paradigmas que têm desafiado a ciência e nosso entendimento de mundo. São novas lógicas que perpassam campos do saber e práticas de forma a estimular o que Costa (2008) e Gere (2002) chamam de Cultura Digital. Outros pensadores também dedicados a esse fenômeno irão olhá-lo a partir de perspectivas como as da rede (CASTELLS, 1999), da virtualidade, da cibercultura e da inteligência (LEVY, 1993, 1999), de uma cultura da convergência e narrativas transmidiáticas (JENKINS, 2008), dentre outras propostas teóricas.

Ainda numa perspectiva de entendimento dessa nova sociedade e do que ocorre no que Wertheim (2001) conceitua como ciberespaço, podemos evocar argumentos como os de Rheingold (1993) ao discutir as práticas que ocorrem no próprio seio da Internet, como nas comunidades virtuais. São questões que, como veremos, dizem respeito até mesmo a cognição e às identidades das pessoas, chegando a ponto de podemos afirmar que existe uma identidade virtual, assim como defende Turkle (1997) ao tratar das relações das pessoas com a tecnologia.

Com as novas tecnologias da informação e da comunicação, as redes sociais se ampliam em seus horizontes e em sua capacidade de aglutinar atores, interesses e trocas diversas. As redes ampliam, para o jornalista e para o pesquisador, as possibilidades de construção coletiva do conhecimento que fundamentará a notícia: as redes de especialistas das fontes de informação jornalística; as redes de jornalistas que trocam conhecimentos e experiências; e as redes de colaboradores para a construção do conteúdo (como o jornalismo colaborativo, as organizações defensoras de uma atuação do jornalismo voltada para o incremento da cidadania ou as redes de monitoramento da mídia).

Segundo Schwingel, C. A (2010), as questões relacionadas com a publicação de conteúdo na internet, refere-se primeiramente à evolução tecnológica da internet como um todo, com sua estrutura em rede, suas linguagens, seus protocolos tecnológicos e a segunda refere-se à evolução tecnológica estritamente à produção de conteúdos, que acaba por estar também vinculada ao jornalismo. Ao pensarmos no desenvolvimento dessas tecnologias, podemos nos apoiar na proposta da Cultura da Interface, assim como defendido por Johnson (2001, p. 33), "uma maneira de mapear esse território novo e estranho, um meio de nos orientarmos num ambiente desconcertante". Entender as interfaces é, então, uma forma de compreender como as metáforas utilizadas pelos computadores e a linguagem binária têm assumido papéis importantes na mediação da cultura, abrangendo até mesmo questões de entretenimento, política, educação e jornalismo. "As tecnologias, ao surgir, possuem invariavelmente uma aura de irrealidade, depois marcham a passo regular rumo ao mundo natural", (JOHNSON, 2001, p. 28).

Estudar as tecnologias, assim, é navegar por um terreno novo e desafiador, pautado em questões técnicas tão particulares como a lógica binária, mas também filosóficas, epistemológicas e teóricas das mais profundas. Assim como chama a atenção Kerkhove (1997 p. 273), "as novas máquinas falam-nos e esperam respostas. Mais ainda, porque os computadores intensificam e aproximam as relações entre todos os meios eletrónicos e os media integrados estão a mudar e expandir as raízes da psicologia humana".

Os objetos de pesquisa estão divididos em dois eixos principais: 1) Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo e 2) Hardwares e dispositivos - aplicabilidade, impacto e tendências dos meios, compreendendo as áreas de análise descritas a seguir.

Jornalismo Computacional, Multidisciplinar e Big Data

A pesquisa analisa a necessidade de capacitar com formação multidisciplinar o profissional de Jornalismo para que possa atuar com eficiência e eficácia num novo ecossistema midiático, que possui uma plataforma tecnológica baseada em máquinas computacionais conectadas a redes telemáticas. Essa configuração comunicacional estrutura uma era denominada de Big Data, quando a produção e armazenamento de quantidade espantosa de dados estão disponíveis para serem cruzados e relacionados. Para extrair informações não-triviais e atuar de forma sintonizada com a demanda informativa de uma sociedade conectada, o profissional de jornalismo deve pensar computacionalmente e produzir sistemas e aplicativos. Nesse novo contexto comunicacional surge a necessidade do Jornalismo Computacional, que utiliza a computação como novo domínio do conhecimento humano.

Teoria do jornalismo e imaginário tecnológico; jornalismo participativo; crowdsourcing; redes sociais; Reportagem Assistida por Computador; Inteligência Artificial

O predomínio do pensamento tecnológico trouxe o mundo ocidental à era da cibercultura, caracterizada pela busca de soluções técnicas nos mais diversas instâncias da experiência humana: políticas, econômicas, existenciais e deontológicas, entre outras. Neste contexto, a noção de inteligência coletiva viabilizada pela técnica, especialmente a telemática, tem sido cada vez mais indicada e usada como instrumento de resolução de problemas sociais - muitas vezes, manifestada em conceitos como emergência, mente coletiva (hive-mind), crowdsourcing ou auto-organização. Por outro lado, a automação, inicialmente circunscrita a processos mecânicos, tem sido aplicada nos últimos anos a atividades intelectuais, com o desenvolvimento de robôs e inteligências artificiais capazes de coletar e analisar informação. A prática profissional do jornalismo não escapa destas circunstâncias, adotando diversas técnicas de captação de inteligência coletiva e repórteres-robôs para atrair audiência e compensar a escassez de mão-de-obra nas redações, como forma de combater a crise econômica causada pela digitalização do noticiário. Estas soluções podem ser compreendidas como uma introdução de tendências pós-humanistas na prática do jornalismo, movimento que vai de encontro ao caráter humanista da profissão.

Data-journalism; Information Visualization

A proliferação de tecnologias digitais de comunicação criou um espaço enorme para o armazenamento e a transferência da informação. Conectados através de redes globais, milhões de usuários de computadores estão compartilhando e distribuindo informações contidas em documentos armazenados em arquivos. O acesso e a disponibilidade de informações explodiram nas últimas décadas e continuarão nos próximos anos. Mas, com o aumento dessa possibilidade, vem aumentando o nível de complexidade para esse acesso. Uma estratégia para fazer mais sentido o entendimento de uma informação complexa é a visualização de informações por meio de recursos gráficos e frameworks de visualização. O desafio desta proposta é desenvolver uma metodologia para o acesso a um melhor entendimento da informação a partir de uma leitura de base de dados.

Sistemas de Gerenciamento de Conteúdos (Content Management System - CMSs)

Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdos (SGC) são o sistema estruturante da produção jornalística na internet em sua composição narrativa, é nele que se dá a composição, edição e publicação dos conteúdos. E com a participação coletiva nas redes sociais e suas diversas ferramentas também se configuram como centralizadores dos conteúdos postados nas mídias sociais. Os CMSs possuem bancos de dados do produto/empresa que através das bases de dados deixam de ser um repositório exclusivo para dialogar via acesso compartilhado com outras bases de dados das mídias sociais. É neste contexto que o processo de produção ciberjornalístico será observado, considerando a publicação de conteúdos do portal/produto em suas composições narrativas desde a arquitetura da informação até aonde esta se torna líquida com a participação coletiva. A autonomia de publicação, o uso dos recursos locais e a participação dos usuários na criação de conteúdos levam também a se analisar o gatewatching, ou seja, a inclusão dos usuários no processo de produção ciberjornalístico. Um novo paradigma se apresenta na comunicação online, o jornalismo participativo, facilitado pelas tecnologias e recursos de compartilhamento das mídias sociais e dos recursos dos SGC.

Monitoramento de mídias sociais, métricas, estatísticas, visualizações

Todos os dias, um ou mais aplicativos aumentam a lista das ferramentas de monitoramento de mídias sociais. Gratuitos ou pagos, esse programas abrangem diversas métricas, como, por exemplo, influência, engajamento, alcance e adequação, a partir de uma ou várias mídias sociais, e seus cálculos são apresentados por meio de diversas visualizações, desde gráficos a mapas, animações e até apresentações temáticas. Tais aplicativos podem servir como fonte para produções jornalísticas, à medida que, por meio deles, é possível acompanhar como determinado tema ou figura pública estão sendo tratados. Para conhecer a fundo esses aplicativos, a proposta é fazer um levantamento e analisar quais métricas, interfaces e formas de compartilhamento são adotadas nos programas, e, a partir daí, elencá-los conforme sua aplicabilidade ao jornalismo. De maneira complementar, pretende-se mapear a inserção do monitoramento de mídias sociais em ementas e planos de ensino nos currículos dos quase 400 cursos de jornalismo do Brasil.

Desenvolvimento de Software, Gestão da Comunicação, Relações entre Comunicação e Computação

A produção midiática na sociedade contemporânea foi potencializada pelo advento de tecnologias de informação e comunicação que têm, entre seus princípios, a digitalização, a formação de redes, a interatividade, a hipertextualidade, a multimidialidade e a colaboratividade, dentre outros conceitos, que vêm desafiando práticas profissionais como a jornalística. Esse processo de produção, por sua vez, ganha também novas ferramentas de trabalho, principalmente baseadas em softwares que têm sido constantemente desenvolvidos, apropriados e aprimorados. Nesse contexto, essa pesquisa propõe investigar os principais softwares que estão sendo utilizados e desenvolvidos nas redações de empresas de comunicação brasileiras, principalmente numa perspectiva de convergência midiática e transmídia. Neste primeiro momento, o objetivo é, a partir de uma metodologia de cunho netnográfico, identificar os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdos (CMS), microblogs e outros softwares de gestão da produção, bem como a infraestrutura de banco de dados, proprietários ou livres, utilizados, desenvolvidos e aprimorados pelos profissionais da Comunicação e Computação em seu dia-a-dia. Dessa forma, a pesquisa também pretende se configurar em um espaço de reflexão entre a Comunicação e a Computação, áreas que possuem importantes intersecções com a primazia das TICs na sociedade contemporânea.

Audiovisual, Transmídia e Convergência

Considerando a alteração de dinâmicas transmissivas tradicionais às lógicas televisivas, agora crescentemente perpassadas por especificidades das características da comunicação em redes sociotécnicas, propõe-se investigar como se dá a produção, publicação e os fluxos daí advindos no que tange ao conteúdo transmídia. Embora o termo transmídia tenha se ampliado muito no universo do entretenimento, no campo do Jornalismo são poucas as abordagens conceituadas consensualmente como Narrativa Transmídia. Entretanto, existe pelo menos uma dezena de livros sobre Jornalismo Convergente publicados principalmente nos Estados Unidos. A pesquisa neste aspecto busca entender o que diferencia estes dois conceitos. Estaríamos, mais uma vez, nos referindo ao mesmo fenômeno, com semânticas distintas? O uso do termo transmídia pode ser proposto como uma forma de diferenciar os benefícios de se reportar notícias em plataformas múltiplas (das realidades corporativas e suas consequências), em um esforço para não se perder o foco da produção e narrativa jornalística ao se colocar excessiva ênfase ou nas tecnologias (tecnocentrismo) ou nas mídias (midiacentrismo), como ocorre algumas vezes ao se aplicar a noção de convergência.

Hipermídia, Linguagem e Narrativas Jornalísticas

Trabalhar as narrativas jornalísticas multiformes e interativas e suas implicações nos formatos e gêneros jornalísticos, desenvolvendo aplicações que utilizem diferentes elementos midiáticos computacionais em rede na produção de conteúdo noticioso, aliados à interação com o usuário. Considerar o surgimento de macro e micro-narrativas e o vigor das narrativas jornalísticas locais na Web. A produção da notícia recebe, com as novas configurações midiáticas, impulsos renovadores, que desafiam as classificações tradicionais a respeito do produto noticioso. Num cenário em que a linguagem do jornalismo deve adaptar-se à linguagem hipermidiática do suporte digital, também configuram-se formatos e narrativas específicas do meio. A pesquisa buscará identificar o surgimento de formatos específicos dos meios jornalísticos digitais, introduzindo a ideia de intermídia, com o cuidado estético aliado às novas possibilidades do manejo da linguagem. A explosão do uso de narrativas fotográficas em slideshow com áudio, especiais multimídia, dentre outros formatos, desafiam análises do ponto de vista da construção da linguagem audiovisual e da reconfiguração de gêneros audiovisuais no webjornalismo.

Objetivos e metas a serem alcançados

Objetivo geral

Compartilhar e incentivar a pesquisa aplicada visando à experimentação e criação de inovações tecnológicas digitais nos processos de captação, produção, empacotamento, transmissão e distribuição de conteúdos jornalísticos nos dois eixos estruturante situados nesse projeto.

Objetivos específicos

- Pesquisar o Estado da Arte das tecnologias de comunicação que estão sendo desenvolvidas e/ou apropriadas pelo campo da Comunicação Social, de acordo com os dois eixos estruturantes do projeto;

- Verificar qual a contribuição efetiva da área Jornalística na produção e implementação das tecnologias em análise;

- Analisar o impacto, consolidação e tendências das tecnologias em análise nos processos de produção de produtos da área jornalística;

- Criar um ambiente colaborativo para postagem e análise crítica e contribuições da área Jornalística sobre os experimentos tecnológicos referente aos dois eixos estruturantes;

- Definir critérios e processo para análise dos experimentos compartilhados.

Metodologia a ser empregada

O projeto aqui apresentado, sob o ponto de vista de sua natureza, é caracterizado por uma pesquisa aplicada. Em linhas gerais, a pesquisa aplicada é definida “por seu interesse prático, isto é, que os resultados sejam aplicados ou utilizados, imediatamente, na solução de problemas que ocorrem na realidade” (Marconi e Lakatos, 2002, p. 20). Conforme Santaella,

A motivação principal das pesquisas aplicadas, por seu lado, está na contribuição para resolver um problema. Para tal, ela aplicará conhecimentos já disponíveis, mas das aplicações podem resultar não apenas a resolução do problema que a motivou, mas também a ampliação da compreensão que se tem do problema, ou ainda a sugestão de novas questões a serem investigadas (Santaella, 2001, p. 140)

Utilizar pesquisa aplicada para desenvolver processos e produtos jornalísticos atravessados pela tecnologia significa, neste Projeto de Pesquisa proposto, responder a questões tanto do universo acadêmico quanto do mundo do trabalho jornalístico, fazendo com que o conhecimento gerado atenda tanto à resolução de problemas práticos da atividade quanto a problemas científicos. O desafio deste tipo de investigação é construir um modelo de pesquisa que tenha articulação entre, de um lado, o quadro teórico que fornece os conceitos essenciais à caracterização e definição dos fenômenos e, de outro, os modos de operacionalizar a intervenção do pesquisador na realidade, a fim de gerar um processo ou produto que possa produzir uma ação no ambiente. Tal desafio não é apenas operacional, mas remete à dupla concepção de método como lógica do pensamento científico e como procedimento técnico de investigação.

A pesquisa aplicada em jornalismo pode ser mais bem caracterizada com uma aproximação aos métodos lógicos e técnicos da pesquisa experimental. Esta origina-se historicamente de um referencial positivista das ciências da natureza, na qual o pesquisador “manipula deliberadamente algum aspecto da realidade, dentro de condições anteriormente definidas, a fim de observar se produz certos efeitos”. Para isso, há uma preocupação fundamental em estabelecer uma relação de causalidade entre variáveis, o que exige uma situação de “controle rigoroso, procurando evitar que, nela, estejam presentes influências alheias à verificação que se deseja fazer” (Rudio, 1986, p. 55-57)

A pesquisa experimental se utiliza, também, da experimentação. “O experimento é uma situação, criada em laboratório, com a finalidade de observar, sob controle, a relação que existe entre fenômenos (...) Estes esforços são concretizados na forma de procedimentos, que visam isolar a observação, de fatores ou influências capazes de nela intervir, falseando-a” (Rudio, 1986, p. 60). O experimento pode estar fora do ambiente laboratorial, contanto que haja uma interferência do pesquisador em um aspecto da realidade e sejam desenvolvidas técnicas rigorosas de controle sobre as variáveis, a fim de observar as relações de causalidade entre elas.

Para a execução da metodologia deste Projeto de Pesquisa, os procedimentos metodológicos a serem executados são:

- Revisão da literatura sobre as temáticas relacionadas aos dois eixos principais deste projeto: "Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo" e "Hardwares e dispositivos- aplicabilidade, impacto e tendências dos meios";

- Produção e divulgação de protótipos contendo práticas e produtos jornalísticos relacionados aos dois eixos principais;

- Visitas técnicas e seminários de análise, andamento e resultados do projeto;

- Publicação dos resultados em ambiente colaborativo a ser produzido para o projeto;

- Divulgação e promoção de discussões com a comunidade acadêmica sobre os resultados alcançados nos protótipos desenvolvidos neste projeto.

- Sistematização de compartilhamento de experiência: Cada eixo temático concentra possibilidades para a prática e divulgação da pesquisa aplicada determinada por um problema ou temática do eixo estruturante.

Para divulgação e compartilhamento dos resultados experimentais deste Projeto, prevemos um ambiente virtual em que os responsáveis pelas práticas ou pesquisas possam publicar os relatórios e links de acesso ao experimento. A prática é materializada no ambiente virtual no formato de subprojetos que são publicados pelo responsável do eixo estruturante. O ambiente virtual prevê um canal aberto com a comunidade e empresas na divulgação dos resultados, de tal forma a proporcionar um canal para parcerias na aplicação de ideias inovadoras e captação de recursos.

Cronograma de atividades

Meses
Atividades 1/2 3/4 5/6 7/8 9/10 11/12 13/14 15/16 17/18 19/20 21/22 23/24
Definição detalhada dos Subprojetos X X X
Desenvolvimento do ambiente virtual da Rede X X X X
Execução dos Subprojetos X X X X X X
Encontros dos participantes da pesquisa X X X X X X
Elaboração do Relatório X X X
Publicação no ambiente virtual dos relatórios e documentação de cada subprojeto X X X
Produção de capítulos do livro, resultante dos subprojetos desenvolvidos X X X
Avaliação final e ajustes X X
Publicação do livro resultante dos subprojetos desenvolvidos X X

Principais contribuições científicas ou tecnológicas da proposta

Este projeto tem vertentes multidisciplinares e reúne um corpus de pesquisadores engajados na observação da revolução tecnológica e impactos na atividade jornalística. Sendo assim cada pesquisador projeta a sua visão de mundo em relação a sua experiência, muitas vezes empírica, sobre uma situação ou experimento. O projeto projeto da Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo e Tecnologias Digitais reúne diversas áreas de pesquisa descritas nos dois eixos estruturantes do projeto, que pretende, no sentido conceitual e científico, rever, enfatizar, consagrar os rumos epistemológicos do jornalismo frente aos avanços da tecnologia.

Softwares como interface de comunicação e Sistemas inteligentes aplicados ao jornalismo

Hardwares e dispositivos- aplicabilidade, impacto e tendências dos meios

Subprojeto Produto ou pesquisa Hipótese ou Pressupostos
Vizualização e jornalismo de dados

Rita Paulino

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O mundo dos jornalistas guiados por dados

Marcelo Trasel

Defesa de uma tese de doutoramento e publicação dos resultados em periódicos O jornalismo guiado por dados (data-driven journalism), ou Reportagem Assistida por Computador (RAC), é uma prática em consolidação nas redações desde o início do século XXI. O relativamente fácil acesso a hardware e software cada vez mais avançados permite a jornalistas usarem técnicas antes restritas aos profissionais de informática. A tecnologia pode ser compreendida como uma materialização de relações culturais, políticas e econômicas, que por sua vez influenciam suas formas de uso. A hipótese é que os jornalistas praticantes de RAC em seu cotidiano profissional tenham sua cultura profissional influenciada pela tecnologia em uso. A hipótese será verificada através de um estudo etnográfico deste grupo social.
Desenvolvimento de Software, Gestão da Comunicação, Relações entre Comunicação e Computação

Rodrigo Botelho

Mapeamento das ferramentas, tecnologias e licenças adotadas pelas empresas jornalísticas no Estado de São Paulo e publicação dos resultados em periódicos e congressos da área Pressupõe-se que há um conjunto diverso de tecnologias adotadas pelas empresas jornalísticas do Estado de São Paulo para gestão da produção midiática, podendo elas serem classificadas entre os Content Management Systems (CMS) e softwares próprios, proprietários ou livres. A hipótese também é de que, em casos de sistemas desenvolvidos especificamente para uma empresa, sua licença é proprietária e não possui qualquer tipo de gestão de seu registro de autoria junto aos órgãos regulamentadores, como o INPI. Ao concluir esse mapeamento, espera-se identificar que tipo de gestão está sendo utilizada na produção de mídia e como as lógicas destes softwares podem influenciar em questões como linguagem e estilo, principalmente numa perspectiva de jornalismo digital, a partir de conceitos como os de interatividade, hipertextualidade, multimidialidade, atualização contínua e memória.
Processo de produção ciberjornalístico: apuração, composição, edição, publicação e circulação de conteúdos Mapeamento dos sistemas (tecnologias) utilizados pelos jornalistas de São Paulo no processo de produção de conteúdos para a internet, publicação dos resultados no site da JorTec e em periódicos e congressos da área Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdos (SGC) são o sistema estruturante da produção jornalística na internet em sua composição narrativa. Nele, ocorre a composição, edição e publicação dos conteúdos. Após, o processo se complexifica, com a circulação e o diálogo com outros sistemas e bases de dados. A pesquisa buscará mapear como as empresas jornalísticas e profissionais independentes em São Paulo estão compondo, publicando e fazendo circular conteúdos na internet, buscando sedimentar as especificidades do ciberjornalismo (Schwingel, 2012).
Formatos específicos audiovisuais do webjornalismo e reconfiguração de gêneros narrativos no ambiente hipermidiático Este projeto de pesquisa tem o objetivo de analisar os produtos webjornalísticos sob três pontos de vista pertinentes à convergência editorial, quais sejam: 1) a convergência de linguagens; 2) a reconfiguração de gêneros como a grande reportagem e os gêneros informativos audiovisuais como os slideshows, especiais multimídia e picture stories e 3) a convergência do jornalismo com as redes sociais na produção da webnotícia. A compreensão das especificidades dos formatos webjornalísticos como a reportagem e as narrativas audiovisuais webjornalísticas passa pelo entendimento e aprofundamento nas questões relativas à convergência de linguagens propiciadas pelos meios digitais. Dentre os estudos mais recentes sobre as linguagens hipermidiáticas, é útil o conceito de intermídia, que se presta para definir uma linguagem que aposta na “fusão conceitual, formando uma terceira linguagem” (Longhi, 2009). Intermídia traduz-se na efetiva combinação e integração dos elementos multimídia, ou seja, um formato novo, diferente daqueles que operam para lhe dar configuração, através da combinação e rearranjo. A ampla utilização do slideshow, das picture stories e dos chamados especiais multimídia, na qualidade de narrativas audiovisuais, e ainda, a explosão das redes sociais trazem questões relevantes. Relativamente à imagem, como surgem e se estabelecem no webjornalismo os gêneros informativos audiovisuais? Como se dá a reconfiguração de tais gêneros? Leva-se em conta não apenas os aspectos da convergência de linguagens, neste sentido, mas também da convergência do jornalismo com as redes socais. Como os webjornais estão utilizando as redes sociais na produção noticiosa? Em que sentido as redes podem estar transformando os paradigmas existentes quanto à produção, circulação e consumo do produto noticioso? Como fica o leitor nesse quadro?

Recursos disponíveis: próprios Resultados pretendidos: divulgação da pesquisa e dos resultados em forma de: mini-cursos na universidade de origem e em outras instituições, publicação no site da rede Jortec, em revistas acadêmicas e participação em congressos da área.

Ambiente digital conectado que permite a inserção, compartilhamento, debate e deliberação on-line permitindo a formatação de conteúdos informativos de relevância social por intermédio do conceito denominado de Jornalismo Hiperlocal. Modelagem de arcabouço teórico para desenvolvimento de pesquisa aplicada, tendo como local geograficamente definido o Centro de São Paulo. O conteúdo é produzido por jornalistas, mas também pelos moradores/frequentadores de um determinado espaço geográgico bem definido (área de recorte do projeto), que contam com apoio de Social Machines - como agregadores de conteúdo, de sistemas de recomendação e inteligência artificial, possuem a finalidade de construir um ambiente digital de deliberação pública, construindo e mantendo a esfera pública interconectada. Os sistemas Hiperlocais permitem a colaboração de usuários na construção do conteúdo, fazendo emergir uma nova forma de produção e compartilhamento da informação. Também conceituados como “social filtering” ou “social information filtering”, os sistemas permitem a avaliação para adequar o material inserido, tendo como base diferentes tipos de algoritmos. O conceito “Colaborativo” significa que um grupo de pessoas interessadas em um tema define as suas preferências e o sistema se estabelece.

Os filtros colaborativos são usados especialmente como “Sistemas de Recomendação” (SR), softwares que representam uma categoria das Máquinas Sociais. Eles podem, por exemplo, melhorar a experiência de um website pela sugestão de música ou filmes do qual o ator poderia preferir. Trata-se de uma solução atualmente adotada por serviços na Web, que dependem de relações de confiança cada vez mais fortes entre os atores para que mais deles os utilizem. Os sistemas lançam mão de mecanismos de coleta de informações sobre o indivíduo de acordo com o seu histórico de comportamento, as suas contribuições e cruzamento com referências de outras pessoas. Os sistemas de recomendação permitem uma série de inferências por parte dos usuários e funcionam como norteadores de preferências. Motores de busca como Google (informações), website de e-commerce como Amazon (bens de consumo) e Agregadores de conteúdo como Digg! e Reddit (notícias) possuem na sua estrutura algoritmos que permitem fornecer referências a partir do comportamento (tracking) do ou da ação dos usuários, que contribuem para determinar ratings e localização de informações na estrutura visual do website.

Aplicabilidade de monitoramento e visualização de dados ao jornalismo Levantamento e análise de métricas, interfaces e formas de compartilhamento adotadas nos programas de monitoramento e de visualização de dados, conforme sua aplicabilidade ao jornalismo Todos os dias, um ou mais aplicativos aumentam a lista das ferramentas de monitoramento de mídias sociais. Gratuitos ou pagos, esse programas abrangem diversas métricas, como, por exemplo, influência, engajamento, alcance e adequação, a partir de uma ou várias mídias sociais, e seus cálculos são apresentados por meio de diversas visualizações, desde gráficos a mapas, animações e até apresentações temáticas. Tais aplicativos podem servir como fonte para produções jornalísticas, à medida que, por meio deles, é possível acompanhar como determinado tema ou figura pública estão sendo tratados. De maneira complementar, o mapeamento da inserção do monitoramento de mídias sociais em ementas e planos de ensino nos currículos dos cursos de jornalismo do Brasil poderá contribuir para a compreensão do impacto e da relevância dessas ferramentas na formação jornalística.
Qualidade dos conteúdos em ciberjornalismo: análise dos valores por meio de aplicação de testes de medição Aplicação de um sistema de Qualidade para os produtos jornalísticos, com base no Protocolo de medição de presença, carga e intensidade, desenvolvido pelo Laboratório de Análise Instrumental da Comunicação da Universidade Autònoma de Barcelona A temática da qualidade no jornalismo brasileiro ganhou espaço e ênfase nos últimos anos, com um nítido crescimento das práticas de análise e crítica da mídia nacional. Este trabalho apresenta uma aplicação de um sistema de Qualidade para os produtos jornalísticos, com base no Protocolo de medição de presença, carga e intensidade, desenvolvido pelo Laboratório de Análise Instrumental da Comunicação da Universidade Autònoma de Barcelona no ciberjornalismo, sob os aspectos de suas características de forma e conteúdo (hipertextualidade, interatividade, multimedialidade, memória e atualização) realizado com expertos para verificação da utilidade da ferramenta nos principais cibermeios de Espanha e Brasil, qual sejam, respectivamente, El País e La Vanguardia, e Folha de S.Paulo e G1. Os indicativos apontam para a validade da ferramenta e a percepção dos valores embutidos nos conteúdos dos cibermeios. A avaliação preliminar, com o grupo de expertos, também indica uma nova perspectiva de leitura dos cibermeios, mais criteriosa e atenta à carga de valores aplicada na portada e nos conteúdos jornalísticos.
Social TV: o jornalismo na segunda tela Análise das possibilidades da produção audiovisual no atual padrão multimidiático e em rede pelas webTVs mantidas por veículos jornalísticos brasileiros de tradição impressa. O objetivo principal deste projeto de pesquisa é analisar como as possibilidades da produção audiovisual no atual padrão multimidiático e em rede estão sendo apropriadas pelos veículos jornalísticos brasileiros de tradição impressa. De forma complementar, nossos objetivos específicos são: 1) caracterizar e analisar as iniciativas institucionais de produção e publicação de conteúdo audiovisual (as webTVs) desenvolvidas pelos webjornais brasileiros; 2) caracterizar as narrativas audiovisuais desenvolvidas/publicadas pelos webjornais, identificando suas aproximações com outros gêneros, como reportagens telejornalísticas, documentários, slideshows etc; e 3) discutir o fenômeno da convergência jornalística à luz das experiências de veículos brasileiros.
T-AUTOR – Desenvolvimento de ferramenta de autoria para criação de aplicações de interatividade para o Sistema Brasileiro de TV Digital focada em não programadores. a) Protótipo da ferramenta em duas versões , acadêmica e profissional, para implementaçãoem ambientes de produção audiovisual em televisões abertas.

b) Teste de conceito em ambiente real com profissionais que participam dos processos de produção audiovisual.

c) Testes de usabilidade com alunos do Curso de Comunicação.

d) Tese e publicações relacionadas

A implementação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD , não conseguiu ainda formaruma massa crítica de usuários para a produção de aplicações interativas porque até então essa tecnologia tem sido pensada e utilizada preferencialmente por programadores e profissionais da área de TI, deixando de lado os profissionais que realmente fazem a TV no seu dia-a-dia, ou seja, jornalistas, editores, produtores, publicitários e designers. A utilização de ferramentas de autoria, capazes de possibilitar a concepção e estruturação de aplicações interativas , sem a necessidade de conhecer as linguagens de programação relacionadas a esse tipo de tarefa, pode ser uma estratégia efetiva para a criação de aplicações mais ricas e difusão ampliada dessa tecnologia. Partimos do princípio que um dos fatores que favorece a adoção de novas soluções tecnológicas é a possibilidade de apropriação pelos usários finais e não apenas pelos seus desenvolvedores. Toda a experiência de ferramentas de criação de conteúdo no ambiente web e através do dispositivos digitais cada vez mais acessíveis reforçam essa hipótese. A criação da ferramenta T-AUTOR pretende implementar essa tendência no ambiente específico das aplicações interativas nos sistemas de transmissão em TV DIGITAL aberta.
Subprojeto Produto ou pesquisa Hipótese ou Pressupostos
Conteúdo jornalístico interativo para tablets: uma forma inovadora de conteúdo digital Prevê como resultado o desenvolvimento de um produto jornalístico interativo para tablets. A produção de produtos interativos para tablets, mantém o glamour do projeto visual aplicado no impresso, além de proporcionar interatividade com as mídias e recursos visuais.

O produto interativo para tablets, prevê em um único espaço uma maior concentração de conteúdos textuais e midiático, devido as características do meio e dispositivo.

A interatividade em tablets é fator motivacional para a leitura neste tipo de dispositivo móvel.

Técnicas de Design Responsivo assegura a usabilidade de produtos jornalísticos em dispositivos móveis.

LABCON: investigação e experimentação de linguagem em conexões de mídias digitais Desenvolvimento de um novo site com acesso via cpus, tables e smartphones. Experimentação de modalidades contemporâneas de produção e circulação de narrativas jornalísticas transmidiáticas e colaborativas, principalmente de caráter jornalístico. Este projeto se propõe a investigar e a experimentar modalidades contemporâneas de produção jornalística em contextos de convergência intermidiática utilizando como plataforma de experimentação o LABCON - Laboratório de Convergência (http://www.ufmg.br/cedecom/labcon/ - endereço provisório). LABCON é um projeto interdisciplinar de ensino em desenvolvimento no Departamento de Comunicação Social da UFMG desde fevereiro de 2011, em parceria com o Centro de Comunicação da UFMG (Cedecom).

Orçamento detalhado

Custeio R$
Diárias - 20 (para encontros dos participantes da pesquisa) cf. valor CNPq 3.756,60
Passagens 7.000,00
Licença temporária de softwares e ferramentas a serem investigados 5.000,00
Serviços de terceiros – pessoa jurídica - criação e suporte de ambiente virtual 7.000,00
Serviços de terceiros - pessoa jurídica - editoração e impressão de livro 5.000,00
Total
27.756,60

Cronograma físico-financeiro

Meses
Atividades 1/2 3/4 5/6 7/8 9/10 11/12 13/14 15/16 17/18 19/20 21/22 23/24
Exemplo
Exemplo
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Exemplo

O cronograma físico-financeiro obedecerá ao cronograma de atividades.

Identificação dos demais participantes do projeto

Profa. Ms. Diólia de Carvalho Graziano

Graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (1991), Mestrado em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero (2010). Atualmente é pesquisadora aspirante ao doutorado e membro do Grupo de Pesquisa Tecnologia, Comunicação e Ciência Cognitiva (Tecccog), da Rede de Pesquisa Jornalismo e Tecnologias Digitais (JorTec), e do Grupo de Pesquisa Capital Social, Tecnologia e Processos Políticos. Possui experiência na área televisiva e de análise de comunicação. Atua nos seguintes temas de pesquisa: IPTV e tecnologias audiovisuais transmitidas por protocolo de internet, legislação e tecnologia de convergência midiática, pontos críticos de controle na internet: net neutrality, mídias sociais, leis de acesso à informação pública. diolia@scientist.com

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7634964222273119

Prof. Dr. Gerson Luiz Martins

Bacharel em Jornalismo pela UFMS, doutorado em Jornalismo pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado em Ciberjornalismo pela Universidade Autonoma de Barcelona, Espanha (2012). Foi professor adjunto do Departamento de Comunicação/Jornalismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e ex-presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ). Atualmente é Diretor de Comunicação do FNPJ e professor associado da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). Coordenador do Grupo de Pesquisa em Ciberjornalismo - CIBERJOR-UFMS, certificado pelo CNPq. Membro da Comissão Nacional de Ética da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ). Tem experiência de trabalho em Jornalismo, com ênfase em Ensino de Jornalismo e desenvolve trabalhos de pesquisa sobre os seguintes temas: jornalismo, ensino de jornalismo, ética jornalística, jornalismo digital, webjornalismo, jornalismo online, ciberjornalismo e avaliação pedagógica e técnica de cursos de jornalismo.

Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4700663A3

Prof. Dr. Marcelo Träsel

Bacharel em Comunicação Social - Jornalismo pela Fabico/UFRGS, mestre em Comunicação e Informação pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorando em Comunicação Social no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Professor na área de Comunicação Digital da Famecos/PUCRS e integrante do laboratório de estágio curricular em Jornalismo na mesma faculdade. Foi responsável pela criação do curso de especialização em Jornalismo Digital da PUCRS, que coordenou por três edições. Também planejou e implantou o curso de especialização em Comunicação Digital na Universidade de Caxias do Sul, como representante da PUCRS numa parceria entre as duas instituições. Tem experiência profissional nas áreas de jornalismo impresso, webjornalismo, produção audiovisual e publicidade. Ganhador do Prêmio Adelmo Genro Filho de melhor dissertação em Jornalismo, conferido pela SBPJor em 2009. Pesquisa a comunicação digital, com ênfase nos campos do webjornalismo, jornalismo participativo, interação mediada por computador e cibercultura.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9644564954295093

Profa. Dra .Mirna Tonus

Bacharel em Jornalismo pela Universidade Metodista de Piracicaba (1991), mestre em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba (1998) e doutora em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atualmente, é professora adjunta nível I, dedicação exclusiva, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), no curso de Comunicação Social (habilitação Jornalismo). Tem 22 anos de experiência na área de Comunicação, tendo atuado em jornal, rádio, Internet, assessoria de comunicação, e pesquisa de mercado e opinião, com ênfase em Pesquisa em Comunicação e Tecnologias da Informação e Comunicação, principalmente nos seguintes temas: comunicação, mídia, tecnologia, jornalismo e educação. É presidente do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), gestão 2012-2016. Membro do GT Campanha em Defesa da Profissão/Regulamentação do Jornalismo (desde 2008). Membro titular do Conselho da Socicom (Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação) 2010-2012. mirna@faced.ufu.br

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7780938514523815

Profª Drª Raquel Ritter Longhi

Graduação em Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (1985), Mestrado em Comunicação e Informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998) e Doutorado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2004). Atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Santa Catarina. Coordenadora do Grupo de Pesquisa Hipermídia e Linguagem, registrado no CNPq. Coordena ainda, o NEPHI-Jor, Núcleo de Estudos e Produção Hipermídia Aplicados ao Jornalismo, no Curso de Jornalismo da UFSC. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo, atuando principalmente nos seguintes temas: jornalismo online, narrativas jornalísticas em multimídia e jornalismo gráfico. raqlonghi@gmail.com

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4649814099154237

Profa Dra.Rita Paulino

Concluiu o doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento, na área de Mídia e Conhecimento, pela Universidade Federal de Santa Catarina em 2011 Atualmente é Professora Colaboradora da Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC e Professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, nas disciplinas WebDesign e Editoração Eletrônica e tem experiência profissional como WebDesign Master e Diagramadora. Em seu currículo Lattes os termos mais freqüentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: webdesign, internet, jornalismo, gestão de conteúdo, comunidades virtuais, gestão do conhecimento, design gráfico e comunicação. rcpauli@gmail.com

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7783801662264275

Prof. Dr. Rodrigo Eduardo Botelho-Francisco

Doutor e mestre em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da USP, especialista em Computação - na área de Desenvolvimento de Software para Web - e em Gestão Pública pela UFSCar e bacharel em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo - pela Unesp. Atualmente é professor do Curso de Design Digital da Uniara, Assessor de Comunicação Social da UFSCar e pesquisador da Escola do Futuro da USP. Atua nas áreas de Comunicação Organizacional, Computação e Novas Tecnologias, com ênfase nos temas: tecnologia de informação e comunicação, interatividade, Internet, desenvolvimento de software, jornalismo digital e inclusão digital.

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/2664701896506145

Prof. Dr. Walter Teixeira Lima Júnior (Coordenador da Equipe)

Graduação em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos (1992), Mestrado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (1998), Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2003) e Pós-Doutorado pela Universidade Metodista de São Paulo (2007). Atualmente é professor titular do Programa de Pós-graduação da Universidade Metodista de São Pualo. Líder do Grupo de Pesquisa Tecnologia, Comunicação e Ciência Cognitiva (Tecccog). Coordenador da Rede de Pesquisa Jornalismo e Tecnologias Digitais (JorTec) e membro do Núcleo de Ciência Cognitiva da Universidade de São Paulo (Cognitio). Possui experiência na prática jornalística (jornal, internet, rádio) e assessoria de imprensa. Atua nos seguintes temas de pesquisa: relevância da informação e sistemas computacionais, jornalismo computacional, jornalismo e ciência cognitiva, mídias sociais conectadas. E-mail: digital@walterlima.jor.br

Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5189390968642420

Grau de interesse e comprometimento de empresas com o escopo da proposta

Embora não haja parceria com nenhuma empresa, pretende-se buscar apoiadores interessados nos eixos e áreas de análise contemplados no projeto.

Indicação de colaborações ou parcerias já estabelecidas com outros centros de pesquisa na área

Disponibilidade efetiva de infra-estrutura e de apoio técnico para o desenvolvimento do projeto

O projeto prevê apoio financeiro para viabilizar a estrutura, organização e desenvolvimento de ambientes para a divulgação de experimentos e pesquisa. Os recursos financeiros a definir, estão divididos em Material Permanente, Material de Consumo e referente a cada pesquisador. Para execução das pesquisas e experimentos, cada pesquisador colaborador dispõe inicialmente de estrutura própria e/ou financiada para desenvolvimento do projeto nas instituições em que atuam.

Estimativa dos recursos financeiros de outras fontes que serão aportados pelos eventuais Agentes Públicos e Privados parceiros

Pretende-se submeter a proposta a outros editais de órgãos de fomento.

Referências bibliográficas

Softwares

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